* por Priscila Magalhães
Foto: Divulgação
O leitor alvo não é apenas formado por mulheres, mas também seus maridos, para que entendam melhor o universo sexual feminino, assim descobrindo a amante em potencial que existe dentro delas.
A idéia de escrever este livro, surgiu a partir do momento em que Selma Arau percebeu, após cinco anos de pesquisa e trabalho de campo, a desarmonia na vida conjugal, mesmo que havendo o amor entre o casal. Com isso o objetivo é dar forma e conteúdo a vida a dois.
O livro fala sobre a sexualidade feminina de uma maneira diferenciada, mas sem ser vulgar, fazendo com que a mulher enxergue seu prazer como algo natural, com isso transformando sua relação, ou seja, a proposta do livro é mostrar para esses casais a importância do amor e da sexualidade, para que ambos tenham uma vida cotidiana harmônica e uma vida sexual prazerosa.
Para Selma, a vida sexual feminina é reprimida em nossa sociedade e a mídia tem um papel fundamental nesse aspecto, pois quando se fala que uma mulher é boa de cama há sempre uma conotação pornográfica. Boa de cama é a mulher que busca vivenciar na relação amor e sexo juntos, uma vez que um completa o outro.
O marido, que vê sua mulher com maus olhos, só porque ela mostra interesse e busca seu prazer na sexualidade, em função de atitudes mais ousadas, segundo a autora não é um homem bom de cama.
Então liberte sua mente e sinta o amor!
Um autor e várias obras
Carlos Alberto de Lima é coronel da reserva, mas trabalha como assessor de imprensa do Comando Militar do Leste. Além da vida militar, também é escritor e possui quatro obras : Mil e uma dicas para o novo comandante, Novo dicionário de Futebol, Nomes que marcam o Rio e Conversa Fiada.
Segundo o autor, de todos os livros, o mais vendido é o Nomes que marcam o Rio. A ideia de escrever o livro surgiu do momento que percebeu que as pessoas tinha a curiosidade de saber de onde vinham os nomes de determinadas ruas, prédios, avenidas, praças, hospitais, entre outros.
Um exemplo o Túnel Rebouças, o autor fez uma pesquisa e descobriu que não era uma pessoa e sim duas, André Rebouças e Antônio Rebouças que eram irmãos e engenheiros abolicionistas negros. Ou seja, a proposta desse livro é descobrir as história por trás dos nomes.
Então fica a dica, se você quiser conhecer um pouquinho mais sobre a cidade do Rio de Janeiro, tá aí um bom livro.
*Aluna da eletiva Cobertura Jornalística de Grandes Eventos, Faculdade Pinheiro Guimarães e repórter na cobertura da Bienal do Livro 2011.
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