Padre atrai multidão mas a estrutura da Bienal mais uma vez apresenta problemas
por: Mayra Corrêa *
Foto: Mayra Corrêa
Como um grande autor, Padre Marcelo Rossi teve direito a uma tarde de autógrafo de seu livro Ágape da Editora Globo, dia 7 de setembro, na Bienal do Livro 2011. Ele compareceu ao evento no Rio de Janeiro e de longe já se podia ver a confusão de máquinas para cima. Todos queriam uma foto.
Fiéis se amontoavam fechando a passagem e a cada benção levantavam seus objetos que, somados as câmeras, fazia uma confusão. Muitas pessoas queriam a chance de ter seu livro assinado, mas para isso tinha que passar por uma rede de seguranças e seguir pelo corredor lateral.
O local para o público, porém, foi subestimado. Pessoas quase se machucavam para chegar mais perto do padre. Para a secretária Silvana Souza, Marcelo Rossi “deveria ficar em um lugar que pudesse passar, pegar autógrafo, fotografar e sair”. Ela que estava com o marido e filhos na Bienal, tentava tirar uma foto do padre se decepcionou e disse ainda que estava tudo mal organizado naquele dia.
Apesar dos problemas, os fãs não perderam a fé e ficaram o tempo que fosse necessário para conseguir uma foto do pároco.
*Aluna da eletiva Cobertura Jornalística de Grandes Eventos, Universidade Candido Mendes - Tijuca e repórter na cobertura da Bienal do Livro 2011.

Nenhum comentário:
Postar um comentário